Áreas de atendimento

Atendimento infantojuvenil

Crianças, pré-adolescentes e adolescentes em um espaço adaptado à fase de cada um — com a família presente quando necessário.

Mulher sorridente conversando com homem sentado no chão, ambos em ambiente interno, com objetos como caneca e cartas na mesa.

Psicóloga Luzia Pereira Pais - CRP 08/20821

  • Ansiedade, mudanças de humor, irritabilidade fora do esperado;

  • Recusa de ir à escola, queda de rendimento, bullying;

  • Mudanças importantes na família (separação, luto, mudança, novo irmão);

  • O(a) adolescente pediu para fazer terapia;

  • Suspeita ou diagnóstico recente de neurodivergência (TDAH, autismo nível 1 de suporte);

  • Dificuldades sociais, baixa autoestima, autolesão.

Quando procurar:

  • Com crianças, o brincar é a principal linguagem — desenho, jogos, role-play;

  • Com adolescentes, equilíbrio entre privacidade e participação da família;

  • Devolutivas aos pais combinadas previamente: o que pode e o que não pode ser compartilhado;

  • Diálogo com a escola quando autorizado e indicado;

  • Atendimento integrado com pediatra, neuropediatra ou psiquiatra infantil quando necessário.

Como trabalho:

Perguntas frequentes

Como meu filho vai falar com alguém que não conhece?

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A primeira etapa desse processo acontece com os responsáveis, que irão conversar com a criança ou adolescente e explicar que ela conhecerá uma profissional que poderá ajudá-la a compreender melhor suas emoções, pensamentos e comportamentos, desenvolvendo estratégias para lidar com eles de maneira mais saudável. Além disso, especialmente nas primeiras sessões, eu utilizo recursos e atividades adequados à faixa etária da criança ou adolescente, com o objetivo de criar um ambiente acolhedor, estabelecer vínculo e favorecer que ela se sinta confortável para se expressar gradualmente. O processo ocorre de forma respeitosa, no ritmo de cada paciente, sem exigências ou pressões para que fale sobre algo antes de se sentir preparada.


O trabalho psicológico com crianças e adolescentes é baseado na construção de um vínculo de confiança. Por isso, o combinado que estabeleço com meus pacientes é que tudo o que for compartilhado durante as sessões será mantido em sigilo profissional, exceto em situações que possam colocar em risco sua integridade física ou emocional.

Isso não significa que os responsáveis fiquem sem informações sobre o processo terapêutico. Sempre que necessário, realizo orientações e devolutivas sobre aspectos gerais do acompanhamento, evolução, dificuldades e objetivos do tratamento, preservando os conteúdos confidenciais trazidos pela criança ou adolescente.

Em algumas situações, quando surge um tema importante que precisa ser compartilhado com a família, procuro incentivar a própria criança ou adolescente a conversar com os pais. Caso ela não se sinta preparada para isso, conversamos sobre a possibilidade de eu realizar esse diálogo junto aos responsáveis, sempre que possível com seu conhecimento e consentimento.

Eu vou saber o que ele(a) conta nas sessões?

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A partir de que idade você atende?

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No caso de crianças com desenvolvimento típico, sem diagnósticos de neurodivergências, o acompanhamento psicológico e as intervenções comportamentais podem ser iniciados, em geral, a partir dos 5 anos de idade.

Para crianças com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro Autista) nível 1 de suporte, a recomendação é que o acompanhamento especializado seja iniciado o mais precocemente possível, pois a intervenção precoce pode favorecer significativamente o desenvolvimento de habilidades importantes.

Além disso, mesmo quando a criança ainda é muito pequena para iniciar o processo terapêutico, é possível realizar orientação parental. Nesses casos, o trabalho é voltado aos pais ou responsáveis, com foco em psicoeducação, desenvolvimento de habilidades parentais e estratégias práticas para lidar com as demandas do desenvolvimento infantil e do comportamento da criança.


Quantas sessões, em média, um processo dura?

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A duração do processo terapêutico pode variar de acordo com diversos fatores, como a demanda apresentada, o nível de engajamento da criança ou adolescente e da família, além das características individuais de cada caso.

De modo geral, os atendimentos são planejados com objetivos terapêuticos definidos, e muitos casos apresentam evolução significativa em aproximadamente 12 a 14 sessões. No entanto, essa estimativa não é uma regra, pois cada pessoa possui seu próprio ritmo de desenvolvimento e progresso.

Ao longo do acompanhamento, realizo avaliações periódicas para monitorar a evolução do paciente e, junto à família, definir a necessidade de continuidade, alta terapêutica ou novos objetivos para o tratamento.

Mulher com cabelo escuro e liso, sorriso, usando blusa bege e fundo branco

Vamos conversar?

A primeira conversa tem 50 minutos. Você me conta o que está buscando, faz as perguntas que tiver, e decide depois — sem pressão.